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OS CLUBES DE BASQUETEBOL: CUSTOS DIRECTOS E INDIRECTOS

24 de março de 2015 - 12:28


A velha fórmula FAS - recorrer à Família, aos Amigos e aos loucos Sonhadores - resulta, actualmente, num enorme fracasso. Excepto para o descendente dum multimilionário ou dalgum excêntrico investidor.
Nos clubes, existe a necessidade de investir num conjunto de elementos para levar a cabo a sua actividade. Desde as questões de imobilizado material ao imaterial, como a formação, as licenças dos programas informáticos de facturação -, tudo são custos alheios à dimensão do clube.
Melhorar é preciso. Necessário é renovar.
No início de cada temporada, assistimos ao ''renovar'' do preçário a pagar pelos atletas, em troca duma actividade desportiva orientada, que diz defender a visão e os valores do clube; e estes, por seu turno, estão dentro do maior espírito do ''fair-play'' desportivo.
-Mas, na realidade, quanto custa um atleta?
-Como calcular esse custo?
-Quais os custos inerentes à participação associativa? E federativa?
Estas perguntas não têm fácil resposta - no estado actual da nossa modalidade...
Mas seria muito importante a existência de ferramentas que ajudassem os clubes a calcular e a planear- financeiramente-toda uma temporada.
Quanto vai o clube gastar numa competição de 12 equipas a 2 voltas; na inscrição de uma equipa; no seguro desportivo de 12 jogadores; na arbitragem desse campeonato/torneio; em suma, saber planear e preparar o futuro de forma sustentável?
Felizmente que existem federações que dispõem deste tipo de ferramentas. Um exemplo poderá ser consultado em 
http://www.basquetebolcatala.cat
Numa comunidade como esta, não tratamos de lucro, mas sim de benefício; pelo que a grande necessidade de hoje reside em entender e coordenar a complexidade desta organização e melhorar a eficiência financeira dos clubes.
Afinal, são estes o maior patrocinador do basquetebol português

 

RD

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